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AtuaçãoTrês frentes, uma mesma busca.
Entender como fazer melhor, desenvolver pessoas e criar condições para que o trabalho aconteça com mais clareza e qualidade.
Supervisão clínica em ABA
Para quem: Analistas do comportamento, coordenadoras(es) e aplicadoras(es) que conduzem casos e querem decidir com mais segurança.
- Programas que não saem do lugar e ninguém sabe dizer por quê.
- Decisões de mudança de fase tomadas no improviso, sem critério escrito.
- Gráficos que existem, mas não são usados para decidir.
- Insegurança diante de comportamentos desafiadores ou de casos complexos.
- Raciocínio clínico explícito: da hipótese ao plano, com critérios de decisão.
- Leitura de dados e análise visual aplicada aos casos reais.
- Integridade de implementação e fidedignidade dos registros.
- Validade social e assentimento como parte do planejamento, não como anexo.
O profissional passa a decidir sozinho o que antes precisava perguntar — e sabe reconhecer quando precisa de apoio.
Guia de supervisão em ABA →Checklist de integridade →Gráfico com mudança de fase →
Mentoria de carreira em ABA
Para quem: Profissionais que querem crescer na área — da aplicação à supervisão, da supervisão à liderança — com mais clareza e estratégia.
- A sensação de fazer muito, mas ainda sem a direção que gostaria.
- Dúvida sobre o próximo passo: formação, função, área de atuação.
- Boa técnica, mas dificuldade de organização, priorização e tomada de decisão.
- Uma promoção recente que trouxe responsabilidades para as quais ninguém preparou.
- Mapear as partes do trabalho que continuam fazendo sentido, mesmo quando as funções mudam.
- Construir repertório de raciocínio clínico, decisão, organização e direção.
- Entender formação mínima, certificações e caminhos possíveis no Brasil.
- Planejar o desenvolvimento com metas observáveis e revisões periódicas.
Clareza sobre o tipo de trabalho que você quer ajudar a construir — e um plano realista para chegar lá.
Guia de carreira em ABA no Brasil →Texto: encontrar um caminho profissional →
Liderança e estruturação de serviços ABA
Para quem: Coordenações, lideranças e gestores de clínicas e serviços que atendem pessoas autistas e querem qualidade que não dependa de heroísmo.
- Tudo precisa passar pela liderança, e a equipe espera por ela para decidir.
- Qualidade que depende de poucas pessoas-chave.
- Rotatividade, sobrecarga e profissionais bons indo embora.
- Processos, papéis e critérios que só existem na cabeça de alguém.
- Organização da equipe em camadas, com papéis compatíveis com a formação.
- Fluxos de supervisão, carga de casos e rotinas de acompanhamento.
- Delegação com clareza: resultado esperado, critérios, limites de autonomia e quando pedir ajuda.
- Indicadores de qualidade e diagnóstico de desempenho antes de concluir que é falta de competência.
Uma equipe com mais autonomia e uma liderança com espaço para pensar em melhorias, processos e pessoas.
Guia: estruturar um serviço ABA →Guia: liderança de equipes clínicas →Diagnóstico de desempenho →
Antes de qualquer mudança, a linha de base.
O mesmo cuidado de uma boa intervenção: entender o que acontece hoje, combinar critérios e acompanhar com dados.
Conversa inicial
Entender o momento, o que já foi tentado e o que você espera que mude.
Linha de base
Levantar o que aparece e o que sustenta: casos, dados, papéis, processos e decisões.
Plano com critérios
Objetivos observáveis, prioridades e o formato de acompanhamento combinados por escrito.
Acompanhamento e ajuste
Revisões com dados e retirada gradual do apoio, para que a autonomia se mantenha depois.
O que não muda, em nenhuma frente.
Cobrar sem perder o respeito. Orientar sem constranger. Discordar sem invalidar.
Sigilo
Casos, equipes e serviços são tratados com o cuidado que o Código de Ética exige.
Evidência
Decisões apoiadas na literatura e nos documentos técnicos vigentes — e explicadas.
Dignidade
Validade social, assentimento e respeito às pessoas atendidas em cada objetivo.
Realismo
Clareza sobre o que é possível mudar, em quanto tempo e com que esforço.
Além das três frentes, Karina tem interesse especial em intervenção precoce, grupos de habilidades sociais, estratégias naturalísticas e PRT — Pivotal Response Treatment. O guia Aprender dentro da brincadeira reúne o que a pesquisa sustenta sobre esses temas.